8.6.10

VEM AÍ A GUERRA...

Pelo que se vai vendo por esse mundo fora, devemos estar às portas de uma qualquer guerra de grandes dimensões. Fazendo uma observação dos momentos mais críticos da história, todas as ocasiões em que os estados colocaram em causa a estabilidade social do seu próprio país deram origem a guerras civis (dentro do próprio) ou em conflitos armados contra vizinhos ou outros detentores dos poderes (colonizadores), para fazer valer o efeito psicológico da unicidade das suas populações!
Poderíamos ir ao fundo da história para escolher exemplos destes, mas não será necessário. Para tanto basta recordar a independência dos Estados Unidos, a segunda fase da Revolução Francesa, a I Guerra Mundial ou a II Grande Guerra. No mesmo dossier também se poderiam juntar os conflitos asiáticos ou as constantes e corriqueiras invasões norte-americanas.
Aliás a Europa resultante do acordo de Roma que tinha por objectivo contrariar a deflagração de novo conflito bélico, viu-se ultrapassada pela desumana guerra dos balcãs, e ainda que nos queiram dizer que estávamos perante uma situação diferente, o certo é que não foi capaz de evitar o recurso às armas por parte dos antagonistas de um e outro lado!
Além do mais os Estados Unidos da América, ao longo da sua (ainda) curta história tem já uma (longa) experiência belicista na qual se funda toda a sua economia. Ora olhando aos padrões de crescimento económico que parecem estagnados naquela federação, todo indica que terão de ser tomadas medidas para a economia crescer e a guerra é o negócio que mais facilmente se impõe e ao mesmo tempo faz as pessoas esquecer as dificuldades!
Apesar de todos os condicionalismo, parece-me que estou certo, neste momento não tenho dúvidas que vem aí a guerra!

1 comentário:

Antonio Branco disse...

Também acho que as coisas caminham para aí, Virgílio. Mas não sei se será uma coisa local com gigantes por detrás a alimentá-la e a tirar dividendos (por exemplo uma guerra entre as Coreias com os EUA a suportar o sul e a China o norte) ou se será algo de mais generalizado. O certo é que a coisa está muito instável...

Um abraço!